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Guerra e Guerreiro

Poderia dizer aos visitantes-leitores sobre a morte de um guerreiro. Motivos não faltariam, diante de sua presença no campo de batalha, na Segunda Grande Guerra. Também poderia mencionar as pelejas em que se envolveu nas traiçoeiras armadilhas dos negócios, das quais saiu incólume. Superou-as todas, tendo ultrapassado o centenário de uma vida plena de trabalho e esperança. Desses eventos e dessas batalhas falarão outros com mais autoridade. Direi aqui do homem tolerante e generoso que nos deixou nesta quinta de caloroso agosto. Falo do Guerreiro, Mário Expedito das Neves, de cuja amizade e confiança fomos, eu e minha família, beneficiários desde o final dos anos 1960. De sua tolerância e respeitoso tratamento, a despeito de nossas visões de mundo tão diferentes. No seio da família por ele constituida, floresceram amizade, fraternidadea e entendimento, que só os vitoriosos sabem cultivar nos jardins da existência, própria e dos outros. Vai-se de nosso convívio, mais que um industrial e empresário, um ser humano ungido pelo toque da tolerância e da amizade. Como poucos dos que a ele sobrevivem.

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