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Fracasso a explicar

Pouca coisa é tão nociva à sociedade, que o uso de valores egoísticos como fundamento das decisões que dizem respeito aos interesses coletivos. As democracias são vistas como o único regime político mais próximo dos ideais representativos do que chamamos humanidade. Mesmo que haja restrições a um conceito generalizado, tão diversa é a História de cada porção dessa comunidade, ora em busca de outra forma de relacionar-se. Chamemos a esse esforço globalização ou mundialização, o certo é que mesmo sistemas considerados democráticos não só produziram a desigualdade em outros países e dela se aproveitaram - como veem aumentar a desigualdade em seus próprios territórios. Mais recentemente, com a agravante de promoverem o retorno de intenções e projetos flagrantemente imperialistas. Uma espécie de retrocesso histórico, comprometedor e negativo, em relação às promessas surgidas em 1789. A liberdade, a fraternidade e a igualdade parecem, como já dito, desmanchar-se no ar. Mesmo sem terem sido universalmente conquistadas. Resta, então, indagar: será a democracia a responsável pela frustração? Ou o capitalismo não poderia levar a outra realidade? A volta de Donald Trump ao governo dos Estados Unidos da América do Norte, longe de devolver ao Mundo a paz de que o Planeta tanto necessita, transforma-se, já nos primeiros dias do segundo governo do empresário norte-americano, em aterradora ameaça. Dele nada se pode esperar em proveito da sociedade humana, tanto quanto da própria Casa Comum, a Terra. Nada, porém, que constitua surpresa, tão conhecidas suas tristes façanhas, todas elas a desgastar o propósito de dar Paz ao Mundo. Quando a humanidade precisa resgatar valores e práticas perdidas, ele ameaça com a intenção, desta vez mais agressiva, nitidamente imperialista. Outros, como ele e muito antes dele, passaram pela mesma experiência. O que agrava a realidade é estar nas mãos do ocupante da Casa Branca o botão que poderá explodir o Planeta. Disso e de algo mais, trataremos em próximo texto.

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