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Falsidade dá nisso

Muito tempo considerada um modelo de democracia, a nação hoje governada por Donald Trump mostra a quanto pode levar a falsidade. Onde o dinheiro tudo compra e tudo controla, impossível ver algum traço característico da democracia. Chega a ser, tanto quanto infame, patética, a mais recente decisão do cúmplice do genocida Benjamin Netanyahu, no que ele deve estar entendendo como uma revolução cultural. Atrair para o controle do governo - o seu governo! - as atividades culturais do país que ele amesquinha e infelicita, apenas acompanha o que outros ditadores fizeram em seus respectivos feudos. Algo que só difere das iniciativas de outros sobas, chefes de tribo ou líderes de organizações criminosas, pelo poder bélico ostentado. Como Trump, François Duvalier, Bachir Al Assad, Muhammar Kadaffi, Kameini, Mussolini, Adolph Hitler, o Presidente norte-americano pensa estancar o processo que ameaça oferecer à História a mais ostensiva comprovação da sentença que intitula um livro de Milan Kundera:

Tudo o que é sólido desmancha no ar. Quando a solidez se funda na mentira, menos ar o faz desmanchar-se.

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