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Auriculares

Netnyahu e os que a ele se aliam continuam a inglória tarefa que repete Hitler. Seu patrocinador insiste em pôr o ICE nas ruas para matar norte-americanos ou não, na maioria pretos (lá, chamados negros). A obediência de Zelensky não retrocede, como a de seu manipulador de bonecos. Varcaro e suas peripécias continuam a estimular o uso de Rivotril. Os honorários de parentes de magistrados não deixam de cair nas contas bancárias, nem os chefes de organizações criminosas desistem de expedir ordens a seus comandados. Mesmo se estão encarcerados. Alguns, vendo-se ofendidos, porque se julgam merecedores de resorte, à beira-mar. Sem serem fernandinhos, apresentam iguais talentos. Atletas do inverno sofrem acidentes nas pistas geladas de Cortina d'Ampezzo. E o Fluminense ganha mais um jogo, sempre desafiando a paciência e a pressão arterial de seus torcedores. Também não muda o noticiário a que se entregam os meios de comunicação, alguns honestos, outros nem tanto. O cachorrinho que antes chamávamos vira-lata permanece vivo, a despeito da perversidade dos adolescentes que o mataram. O troca-troca partidário tão ao gosto de outro manipulador redesenha o cenário eleitoral e intranquiliza supostos candidatos, seja qual for o cargo a disputar. Suspeito de que há orelhas ardendo, diante dos acontecimentos, no ambiente político e policial. De minha parte, preocupam-me as orelhas do novo livro - Há poesia em tudo. Conto que em abril seja levado ao público leitor.

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