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A guerra da desinformação: Venezuela e Brasil*

Marcelo Seráfico (Prof. do Dpto. de Ciências Sociais da UFAM)


O que se sabe sobre o sequestro do presidente venezuelano e esposa prova que

a escassez de informação confiável é um dado da guerra em curso. 32 cubanos foram sepultados com status de heróis nacionais, em Cuba, depois de mortos por protegerem Nicolás Maduro e Cília Flores. A ser verdade a inexistência de baixas e feridos entre os norte-americanos, ou foi uma chacina, ou as forças armadas venezuelanas deram fim aos aliados cubanos ou estes não tinham treinamento adequado.

Nenhuma dessas hipóteses é crível. Logo, podemos ter certeza de que a verdade é uma das sacrificadas em mais esse episódio da brutalidade do Império.

O que é inquestionável é a disposição do governo fascista dos EUA e de seu aliado fiel, Israel, de usarem toda a força de que dispõem para produzir o caos e em seguida oferecer a ordem que lhes interessa.

No Brasil se desenrola outro capítulo da guerra híbrida. O caso Master pode se tornar um marco da República se dele se revelarem e for processado e punido mais um dos grupos de marginais-de-paletó-e-gravata que sangra o orçamento público nacional. Se ao invés disso predominar o espírito lava-jatista, como é a prática do jornalismo-de-vazamento-seletivo, teremos mais desinformação em doses cavalares até outubro.

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