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Quando o calo dói

Há gente cuja alma, demasiadamente pequena, não resiste à menor contrariedade. Pegas em flagrante, tais pessoas (?) respondem à dor que dos calos vêm com as mentiras de sempre, a desfaçatez rotineira, no que, ao final, se revela exacerbado grau de desonestidade. Ainda agora, as redes já difundem a informação de que o tal George Washington de Xinguara, nada menos que o terrorista preso pela Polícia Federal, é agente do Partido dos Trabalhadores. Quem vive no Pará e tem alguma informação sobre ele, todavia, o mínimo que diz é ser ele um desequilibrado. Sem meias palavras, um louco. O ex-governador do Pará, general Magalhães Barata, mandaria fazer o teste de sua preferência, quando algum auxiliar era dado como doido, para fugir às penas de roubo do dinheiro público. O teste indagava sobre o hábito de andar nu nas ruas, rasgar dinheiro e comer bosta. Se nada disso ocorria, Barata não titubeava: podem prendê-lo, ele é ladrão, mesmo!

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