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Nova guerra fria

As ameaças da Federação Russa à Ucrânia e ao Kazaquistão geraram tensão que nos faz experimentar uma guerra fria em novo contexto. Há quem veja a situação tão crítica quanto a que cercou o episódio dos foguetes soviéticos instalados na ilha de Cuba, na década dos sessenta. A invasão com tropas naqueles países, por mais que tenha sido utilizada fartamente no Ocidente, parece ter cada dia menos oportunidades de repetição. Não, porém, a intromissão do país mais poderoso, arrogante e bélico do Mundo através de espiões e aliados nacionais dos países controlados. Já nem é mais preciso mandar para os países-satélites gente como Lincoln Gordon e Wernon Walters. Os nativos dão conta do recado.

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