LULA, A DIALÉTICA DO INDIVÍDUO SOCIAL, A FORÇA DA MULTIDÃO LIVRE E O DESVIO DO ABISMO
Alis grave nil.
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Em artigo escrito desde Manaus no dia seguinte ao desfecho do processo eleitoral de 2026, o professor José Alcimar de Oliveira, do Departamento de Filosofia da UFAM, parte de uma epígrafe de Spinoza sobre a multidão livre, movida pela esperança, e a multidão subjugada, movida pelo medo, para ler a vitória de Lula como um tempo de alegria que sucede ao tempo do medo. Sem filiação partidária e declarando-se próximo da esquerda classista, o autor mobiliza Marx, Hegel, Kant, Nietzsche, Plekhanov e Paulo Freire para traçar a biografia política de Lula como o paradigma do “indivíduo social”: alguém que, sem outra escola além da vida, une experiência, leitura de mundo e intuição intelectual. Contrapõe o homo socialis ao homo academicus, compara Lula a D. Pedro II e a FHC, e defende que votar nele não foi buscar o paraíso, mas tirar o Brasil do inferno e desviá-lo do abismo rumo à soberania. https://politicaeresenha.com.br/31731-2/


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