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Já vai tarde, mas pode voltar

A concessão do green card norte-americano ao zero-três-à-esquerda é o reconhecimento de que o beneficiário tem habilidades extraordinárias. Quem sabe ele faz melhores hambúrgueres que os naturais da terra do Tio Sam!? Ou sua paixão por Donald Trump e sua disposição a trair o país de nascimento são o recheio dessas habilidades geralmente ignoradas pelos seus próprios compatrício? Com o documento, o foragido tem garantida permanência por tempo indeterminado naquela potência bélica, também um pretenso império em visível processo de decadência. Trump, um bom manipulador de marionetes, tem lá suas razões, como as têm os brasileiros, ao festejar o afastamento do ex-deputado e agente do crime de traição. Desse ponto de vista, o expurgo vem em boa hora e representa um ganho para a sociedade brasileira. Sem eliminar a perspectiva de, superado o trágico, belicoso e vergonhoso período do amigo e comparsa de Epstein e Netanyahu, o próprio governo dos Estados Unidos da América do Norte mandarem o sabujo de volta. Poderemos, então, marcar novo ganho. Basta submeter o fugitivo ao devido processo legal. E dar a ele tudo quanto seu curriculum crimenis justifica.

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