Ataque furioso

Fosse igual à disposição de Paulo Guedes quanto ao combate à pandemia, talvez não seriam tantos os brasileiros mortos pela covid-19. São do sinistro da Economia as palavras. Em 2021 ele vai para o ataque, em seu propósito de entregar tudo o que os brasileiros construíram. A fúria com que diz isso, o olhar injetado pelo sangue que ele ainda não conseguiu tirar no nível desejado, o sabor da frustração na boca, Paulo Guedes agenda os próximos passos da guerra nada santa em que se empenha. Ao mesmo tempo em que chora o sangue ainda não derramado, anuncia a sentença imposta aos sobreviventes: o auxílio emergencial, à custa do qual mantêm-se respirando milhões de famílias brasileiras, tem os dias contados. Só a ameaça de redução da probabilidade de o chefe reeleger-se pode alterar os rumos da guerra do filhote de Chicago. Xi!...

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