Se Javier Milei, recém-eleito Presidente da Argentina gosta de aprender e, igualmente, faz por onde, deve ter seus olhos postos no Brasil. Por maiores que sejam as diferenças entre ele e o triPresidente, aqui se registram interessantes itens merecedores de atenção e reflexão. Talvez os percalços enfrentados por Lula digam mais que as recomendações que o autoproclamado anarcocapitalista recebe do clone canino e das cartas do tarô. Milei poderia iniciar seu aprendizado pela constatação da sórdida e infeliz, mas não de todo improcedente manifestação deFHC. A política é a arte do possível, disse o sociólogo, para quem os aposentados não são mais que arematados e indesejáveis vagabundos. É quase certo que o já quase esquecido ex-Presidente brasileiro tenha chegado a essa conclusão diante da formação e atuação do grupo parlamentar chamado centrão. Nele se incluem deputados e senadores votados, não os biônicos que Ernesto Geisel criou. O dilema, então, consiste em correr o risco de um impeachment viciado ou entregar sua alma ao diabo. Este, reunindo o que de pior sugere a fisiologia humana. Trata-se, portanto, do dilema inaugural do período que o dia 5 de dezembro inaugura na Argentina.
Edilson, penta-campeão brasileiro, repetiu Gerson, em afirmativa que Millie Lacombe já dissera. O participante da Copa de 2002 tachou de frouxos os jogadores brasileiros, que Gerson antes dissera sere
Uma constelação é mais que um ajuntamento eventual de estrelas. Fosse assim, a galáxia já se teria dissolvido. Essa observação vale para um equipe de futebol, também. É inegável a qualidade de alguns
Se há algo globalizado, o futebol estaria na lista. A Copa disputada com maior número de seleções nacionais não esgota as razões de tal consideração. Pode até ser indicativa do interesse crescente dos
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