Se Javier Milei, recém-eleito Presidente da Argentina gosta de aprender e, igualmente, faz por onde, deve ter seus olhos postos no Brasil. Por maiores que sejam as diferenças entre ele e o triPresidente, aqui se registram interessantes itens merecedores de atenção e reflexão. Talvez os percalços enfrentados por Lula digam mais que as recomendações que o autoproclamado anarcocapitalista recebe do clone canino e das cartas do tarô. Milei poderia iniciar seu aprendizado pela constatação da sórdida e infeliz, mas não de todo improcedente manifestação deFHC. A política é a arte do possível, disse o sociólogo, para quem os aposentados não são mais que arematados e indesejáveis vagabundos. É quase certo que o já quase esquecido ex-Presidente brasileiro tenha chegado a essa conclusão diante da formação e atuação do grupo parlamentar chamado centrão. Nele se incluem deputados e senadores votados, não os biônicos que Ernesto Geisel criou. O dilema, então, consiste em correr o risco de um impeachment viciado ou entregar sua alma ao diabo. Este, reunindo o que de pior sugere a fisiologia humana. Trata-se, portanto, do dilema inaugural do período que o dia 5 de dezembro inaugura na Argentina.
Confesso minha perplexidade, diante da reação de importantes comunicadores às costumeiras declarações de Donald Trump. Todas elas permitem imaginar, das duas uma: ou ignoram totalmente o passado, do m
Ao interesse que pode despertar nas pessoas preocupadas com o futuro do Brasil, recente análise do ex-ministro Roberto Amaral acrescenta a oportunidade em que apresenta os resultados de sua sempre ate
Pelas mãos de Jefferson Peres, subi a escada do velho prédio de A Crítica, na rua Lobo d’Almada. Corria o ano de 1971. Professor, como eu, da Faculdade de Economia da Universidade do Amazonas, o coleg
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