Se Javier Milei, recém-eleito Presidente da Argentina gosta de aprender e, igualmente, faz por onde, deve ter seus olhos postos no Brasil. Por maiores que sejam as diferenças entre ele e o triPresidente, aqui se registram interessantes itens merecedores de atenção e reflexão. Talvez os percalços enfrentados por Lula digam mais que as recomendações que o autoproclamado anarcocapitalista recebe do clone canino e das cartas do tarô. Milei poderia iniciar seu aprendizado pela constatação da sórdida e infeliz, mas não de todo improcedente manifestação deFHC. A política é a arte do possível, disse o sociólogo, para quem os aposentados não são mais que arematados e indesejáveis vagabundos. É quase certo que o já quase esquecido ex-Presidente brasileiro tenha chegado a essa conclusão diante da formação e atuação do grupo parlamentar chamado centrão. Nele se incluem deputados e senadores votados, não os biônicos que Ernesto Geisel criou. O dilema, então, consiste em correr o risco de um impeachment viciado ou entregar sua alma ao diabo. Este, reunindo o que de pior sugere a fisiologia humana. Trata-se, portanto, do dilema inaugural do período que o dia 5 de dezembro inaugura na Argentina.
Do alto do 11° andar, a vista pode lançar-se sobre o infinito que tem fim. Onde - quem o sabe? Ele, no entanto, está lá. A convidar os que o vêem, tirem ou não proveito de sua existência e de sua perm
Os conservadores devem esfregar as mãos, diante do inenarrável acontecimento. As investigações da Polícia Federal são o motivo do júbilo que os produtores e beneficiários da desigualdade experimentam.
Todos reconhecemos o excessivo número de presidiarios. As penitenciárias brasileiras não bastam para acolher os acusados de práticas criminosas, desde o furto de uma barra de cereais, até os crimes em
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