Se Javier Milei, recém-eleito Presidente da Argentina gosta de aprender e, igualmente, faz por onde, deve ter seus olhos postos no Brasil. Por maiores que sejam as diferenças entre ele e o triPresidente, aqui se registram interessantes itens merecedores de atenção e reflexão. Talvez os percalços enfrentados por Lula digam mais que as recomendações que o autoproclamado anarcocapitalista recebe do clone canino e das cartas do tarô. Milei poderia iniciar seu aprendizado pela constatação da sórdida e infeliz, mas não de todo improcedente manifestação deFHC. A política é a arte do possível, disse o sociólogo, para quem os aposentados não são mais que arematados e indesejáveis vagabundos. É quase certo que o já quase esquecido ex-Presidente brasileiro tenha chegado a essa conclusão diante da formação e atuação do grupo parlamentar chamado centrão. Nele se incluem deputados e senadores votados, não os biônicos que Ernesto Geisel criou. O dilema, então, consiste em correr o risco de um impeachment viciado ou entregar sua alma ao diabo. Este, reunindo o que de pior sugere a fisiologia humana. Trata-se, portanto, do dilema inaugural do período que o dia 5 de dezembro inaugura na Argentina.
A ambição desmedida do soba norte-americano candidato a coveiro do império decadente, não tem tamanho. Se o tiver, é o mesmo da abissal ignorância que ele cultiva a respeito de algo que não caiba nos
A tentativa de desacreditar a cultura e o povo brasileiros, vigente nos mais trágicos anos de nossa História (2019-2022), sofre duro golpe, agora. Resistente ao julgamento dos que tanto mal têm feito
Desta vez, o Conselho Federal de Medicina acerta. Enquanto os que, fazendo da educação médica não mais que um bem venal, lançam no mercado de trabalho pessoas indignas de merecer um diploma. O órgão r
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