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A Manaus que vai às ruas para dizer não ao banditismo político

José Alcimar de Oliveira*


01. Neste 14 de dezembro de 2025 lutadoras e lutadores sociais de Manaus foram mais uma vez às ruas para manifestar seu repúdio político aos inimigos do povo brasileiro.

02. Figuras inomináveis, agentes do mal, que ocupam o Congresso, legislam contra o povo e representam o que há de pior no Parlamento brasileiro nas esferas do poder federal, estadual, distrital e municipal.

03. O cruzamento das avenidas Sete de Setembro e Eduardo Ribeiro, no centro da Manaus indígena e cabocla, geometrizou, neste domingo, o espírito de luta dos manauaras. E não haverá recuo nessa luta.

04. Quando o povo se encontra com os becos, ruas e praças encontra a força para, no presente, desfazer as trapaças do poder e se apoderar, no presente, do futuro que de direito lhe pertence.

05. A aliança militante entre rua e povo organizado é a materialização histórica e dialética entre teoria e prática. O nome disso é PRÁXIS.

06. A teoria (revolucionária) se converte em força material quando penetra a consciência da classe trabalhadora. Sem teoria revolucionária não há prática revolucionária. Lições militantes de Marx e Lênin.

07. Sem anistia para golpistas. Direitos humanos, sim, mas sob medida da justiça e não como querem os golpistas do Estado burguês, sob controle do governo do capital.

Somente a luta muda a vida. Somente a grande luta muda a história.


*Professor do Departamento de Filosofia da Universidade Federal do Amazonas e Segundo Vice-Presidente da ADUA - Seção Sindical do ANDES-SN.

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