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WO, "na lona" ou confissão

Sem tocar com um dedo no corpo do envolvido, pode-se obter oportuna e excelente confissão. Ao contrário da prática da tortura vigente na ditadura, o funcionamento eficaz dos órgãos que combatem o crime traz muitos benefícios à sociedade. Além de ficar mais próxima da verdade, que a disseminação de mentiras tenta evitar. A decisão de ficar nos Estados Unidos da América do Norte, do parlamentar que atende pelo designativo zero-2-à-esquerda (pelo que vale), já foi assemelhada ao WO. Esse é o recurso usado pela equipe consciente de sua fraqueza, diante do adversário que a ameaça. Em suma, o reconhecimento de sua inferioridade. Nas lutas no ringue ou no tatame, costuma-se dizer que foi à lona o lutador subjugado pela superioridade de seu oponente. Ambas as situações - o abandono do gramado ou da quadra e as mãos tocando e pedindo clemência - correspondem à confissão, sem que qualquer palavra precise ser usada. Por enquanto, os constrangimentos que levam à patética conduta do parlamentar pateta estão na alçada da PF, da PGR e do STF. Não demora, a cena incluirá nova protagonista, a Polinter.

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