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Vigarice - nem mais, nem menos

O Estado de São Paulo, desta vez pouco parecido com seu perfil-raiz, coloca em xeque alguns dos mantras mais utilizados pelos conservadores. Na verdade, um dos fundamentos do neoliberalismo que agride a humanidade. Por menor sentimento humanitário que tenha qualquer cidadão. Refiro-me ao destaque dado pelo jornalão, na edição de 08 do corrente (Coluna do Estadão, p.A2), à entrevista prestada pelo economista Roberto Luís Troster. Nela, o especialista atribui as falcatruas e vigarices praticadas pelo banco Master à falta de regulação do setor, que se sente livre para usar os costumeiros (mas nem por isso reprimidos) expedientes lesivos ao interesses de sua incauta clientela. O economista lembra, inclusive, o que aconteceu com o Banco Santos, em Portugal. Fechado em razão das vigarices praticadas e do devido processo legal, o estabelecimento teve seus dirigentes punidos, hipótese que brasileiros menos desatentos sabem distante anos-luz de ocorrer no País. Ao contrário, parte da burocracia do estado, mais setores bem-instalados na pirâmides econômica e política (não fossem elas a mesma) tentam proteger-se, protegendo os que têm contas a prestar - à Polícia e à Justiça.

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