top of page

Vigarice - nem mais, nem menos

O Estado de São Paulo, desta vez pouco parecido com seu perfil-raiz, coloca em xeque alguns dos mantras mais utilizados pelos conservadores. Na verdade, um dos fundamentos do neoliberalismo que agride a humanidade. Por menor sentimento humanitário que tenha qualquer cidadão. Refiro-me ao destaque dado pelo jornalão, na edição de 08 do corrente (Coluna do Estadão, p.A2), à entrevista prestada pelo economista Roberto Luís Troster. Nela, o especialista atribui as falcatruas e vigarices praticadas pelo banco Master à falta de regulação do setor, que se sente livre para usar os costumeiros (mas nem por isso reprimidos) expedientes lesivos ao interesses de sua incauta clientela. O economista lembra, inclusive, o que aconteceu com o Banco Santos, em Portugal. Fechado em razão das vigarices praticadas e do devido processo legal, o estabelecimento teve seus dirigentes punidos, hipótese que brasileiros menos desatentos sabem distante anos-luz de ocorrer no País. Ao contrário, parte da burocracia do estado, mais setores bem-instalados na pirâmides econômica e política (não fossem elas a mesma) tentam proteger-se, protegendo os que têm contas a prestar - à Polícia e à Justiça.

Posts recentes

Ver tudo
A causa, não apenas o efeito

Se presos políticos foram libertados, é porque há prisões por motivo político, na Venezuela. Precisa esclarecer, ainda, se as prisões ocorreram como consequência do devido processo legal. Que há crime

 
 
 
Ladrar é o que resta

A dupla conquista do cinema brasileiro, na versão 2026 do Globo de Ouro, deixou a direita com a cabeça inchada. Não bastou a premiação do Oscar 2025, agora a chamada sétima arte mantém o Brasil no top

 
 
 
Entre colegas

O editor deste blog, advogado diplomado em 18-12-1965, pela UFPA, leu artigo de colega (Rui Celso Reali Fragoso) e resolveu comentar o texto. O comentário do inscrito sob o número OAB-1.530 está em Di

 
 
 

Comentários


bottom of page