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Vandalismo simbólico

Já se sabia que os propósitos malignos dos derrotados na eleição de outubro tinham o objetivo de destruir tudo quanto representasse a civilização. Na cabeça dos brutos não cabem a Ciência, o conhecimento e a cultura, como de suas mãos não se esperem obras de que a sociedade humana possa orgulhar-se. A demonstração cabal da ignorância e da brutalidade de que os brasileiros foram alvo, na tarde de ontem, não deixa qualquer dúvida. Reforça, no entanto, o denunciado processo de destruição desenvolvido de 2019 até o último dia 31 de dezembro de 2023. Hoje, constata-se o estado de terra arrasada a que o País chegou, como o relatório da Comissão de Transição havia identificado. Os atos terroristas de ontem apenas ratificaram o diagnóstico, agravando sua configuracão. Semana passada, vídeo que se supõe fictício, punha na imagem do general Augusto Heleno ameaças estranhamente coincidentes com os atos criminosos da tarde de ontem, em Brasília. O ataque às sedes dos poderes republicanos, planejados, insinuados e afinal praticados ontem, é grave sob qualquer aspecto em que se o análise. Do ponto de vista jurídico, não passou de crime exigente da investigacão e atribuição de responsabilidades, e submissão ao devido processo legal. Politicamente, mostra quão ameaçada está a claudicante democracia brasileira, desde outubro, quando eleição tentada fraudar pelo derrotado proporcionou a desejável rotatividade do poder. Moralmente, põe em maus lençóis as organizações de segurança, civis ou militares. Investigações sèrias e profundas hão de avaliar o grau de envolvimento e responsabidade de seus respectivos chefes. Por enquanto, a imagem desfavorável em relação a essas organizações nào se altera.

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