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Presença diferente

Há os que acham mais produtiva a seleção brasileira, quando Neymar não está em campo. Explicação razoável seria a de que ele, por índole, temperamento ou seja lá o que for, é individualista em grau incompatível com o chamado futebol association. Que ele se tem revelado desagregador, quem ainda duvida? Fora dos que o incensam e satisfazem todas as vontades, os parças parecem merecer condescendência. Diferente dele, a presença de Lionel Messi na equipe argentina dá segurança e tranquilidade aos seus companheiros, na seleção e no clube. O jogo contra o aguerrido México, ontem, mostrou isso mais que tudo. Depois de um primeiro tempo quase apagado, Messi iniciou o caminho da vitória final. O que repôs a seleção argentina no páreo. Que Neymar se cure totalmente, para voltar aos gramados europeus.

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