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Papas

Diz-se dos irreverentes ou destrambelhados, não terem papas na língua. Muitos políticos valem-se disso, para o bem e para o mal. Alguns, porém, falam demais e, como diz a sabedoria popular, acabam por cumprimentar cavalo. Parece o caso, agora, do Tripresidente Lula. Ele tem sido mais criticado pelo que diz, que pelo que tem feito. Lógico e legítimo que os oposicionistas se aproveitem do discurso presidencial e metam a lenha nele. Isso vai corroendo a tão louvada habilidade de Lula. Se ele volta a ser o Lula-2003, os três anos à frente podem tê-lo menos verborrágico. E o linguajar, menos parecido com o do antecessor.

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