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Não estava nem...

Tarcisismo, narcisismo e contorcionismo são irmãos gêmeos. A maldita trindade que ocupa todo o organismo do governador fluminense de São Paulo. Ontem, ouviu-se dele uma afirmação reveladora das intenções de que ele e seus parceiros são portadores. Não faz muito tempo, Tarcísio dizia não estar nem aí, quando cobrado o freio de que estão precisando os muares alistados no aparelho de segurança de São Paulo. Cultor de sua própria imagem, com toda a perversidade que bela cabe, o governador se diz equivocado. Como se isso bastasse para repor a saúde e a auto-estima das vítimas da ação criminosa dos comandados por ele. Antes da confissão oportunista, não faltou quem sugerisse o uso de câmeras nos uniformes dos agentes de segurança paulistas. Nem por isso, Tarcísio levou em consideração as advertências. Daí, a escalada violenta, que chegou à agressão de uma idosa desarmada e inofensiva. Mais grave, ainda, ao lançamento de um homem jogado de uma ponte, na capital paulista. O que foi pouco para um correligionário do governador, no exercício de mandato federal. Desta vez, o bárbaro trajava as roupas de Jorge Seif (PL-SC ). Ele disse: o homem deveria ser jogado no penhasco. Enfim, uma gincana de bárbaros.

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