top of page

Mandato e habeas-corpus

30 de out. de 2022
1 min de leitura

Ouvi, mal anunciado resultado da eleição, que um foi preso para não chegar à Presidência; outro pretendia ficar na Presidência para não ser preso. Nada mais exato. Também há a sensação de que Hitler morreu de novo. Desta vez, não pelas próprias mãos, mas pelas mãos de eleitores que não foi possível impedir de chegar às seções eleitorais. O dinheiro público negado à compra de vacinas, quando a covid-19 mais matava, não faltou para má prática de variados crimes eleitorais. O povo mostrou, mais uma vez, que unido jamais será vencido.

 
 
 

Posts recentes

Ver tudo
Terrorismo religioso

Quem não tem propostas, nem votos suficientes para vencer a eleição, pode contar com algum tipo de ação criminosa. A promessa de praticar o terrorismo religioso, então, é o que resta. Ainda hoje poder

 
 
 
O ódio como fundamento

O sociólogo e professor MARCELO SERÁFICO comparece mais uma vez no ESPAÇO ABERTO. Agora, ele trata das relações sociais, as familiares em especial, mas também as mais amplas, vinculadas à eleição pres

 
 
 
Política, dessensibilização e desafetação

Marcelo Seráfico* Mais uma vez, uma família de políticos põe em causa o afeto entre amigos e pessoas das famílias brasileiras. Pela terceira eleição consecutiva, um Bolsonaro que se autointitula defen

 
 
 

Comentários

Avaliado com 0 de 5 estrelas.
Ainda sem avaliações

Adicione uma avaliação
bottom of page