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Mandato e habeas-corpus

Ouvi, mal anunciado resultado da eleição, que um foi preso para não chegar à Presidência; outro pretendia ficar na Presidência para não ser preso. Nada mais exato. Também há a sensação de que Hitler morreu de novo. Desta vez, não pelas próprias mãos, mas pelas mãos de eleitores que não foi possível impedir de chegar às seções eleitorais. O dinheiro público negado à compra de vacinas, quando a covid-19 mais matava, não faltou para má prática de variados crimes eleitorais. O povo mostrou, mais uma vez, que unido jamais será vencido.

 
 
 

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Submersos

Voltaram à submersão os interesses que defendem a privatização - mais uma!- dos rios brasileiros. O decreto que entregava mais essa riqueza natural à voracidade do capital foi anulado. Reunião da Mini

 
 
 
Perda antecipada

O "furo" jornalístico sempre preocupou os profissionais da comunicação social. Entre os jornalistas havia aguda concorrência, cada um desejando divulgar a notícia por primeiro. Com as redes de comunic

 
 
 
Como uma onda

Nélson Motta, cronista, compositor e jornalista, assina oportuno texto, n'O Globo, edição de hoje. Intitula-o Praça dos podres poderes. E indica alguns sintomas do que o editor deste blogue chama cânc

 
 
 

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