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Mandato e habeas-corpus

Ouvi, mal anunciado resultado da eleição, que um foi preso para não chegar à Presidência; outro pretendia ficar na Presidência para não ser preso. Nada mais exato. Também há a sensação de que Hitler morreu de novo. Desta vez, não pelas próprias mãos, mas pelas mãos de eleitores que não foi possível impedir de chegar às seções eleitorais. O dinheiro público negado à compra de vacinas, quando a covid-19 mais matava, não faltou para má prática de variados crimes eleitorais. O povo mostrou, mais uma vez, que unido jamais será vencido.

 
 
 

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O martírio cubano no centenário de Fidel Castro

Roberto Amaral* Ainda saboreávamos o Ano-Novo — era o réveillon de 1958-1959 — quando nos chegou, em Fortaleza, a notícia de que caíra, em Cuba, a ditadura de Fulgêncio Batista, de quem pouca ou nenhu

 
 
 
Haja choro!...

O chororô do filho do sentenciado continua. Antes, adversário do que sua grei chamava de saidinha (saída de presidiários em datas festivas), agora ele pretende visitar seu pai e orientador, nada menos

 
 
 

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