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Mandato e habeas-corpus

30 de out. de 2022
1 min de leitura

Ouvi, mal anunciado resultado da eleição, que um foi preso para não chegar à Presidência; outro pretendia ficar na Presidência para não ser preso. Nada mais exato. Também há a sensação de que Hitler morreu de novo. Desta vez, não pelas próprias mãos, mas pelas mãos de eleitores que não foi possível impedir de chegar às seções eleitorais. O dinheiro público negado à compra de vacinas, quando a covid-19 mais matava, não faltou para má prática de variados crimes eleitorais. O povo mostrou, mais uma vez, que unido jamais será vencido.

 
 
 

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