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Ladrar é o que resta

A dupla conquista do cinema brasileiro, na versão 2026 do Globo de Ouro, deixou a direita com a cabeça inchada. Não bastou a premiação do Oscar 2025, agora a chamada sétima arte mantém o Brasil no topo da produção cinematográfica. Kleber Mendonça Filho e Wagner Moura representam não apenas o talento pessoal de que são detentores, mas quanto vale o engajamento na luta pelos direitos humanos e a resistência aos governos autoritários. Exatamente o que causa urticária e crises aos portadores do complexo de vira-latas. Enquanto eles latem, a arte brasileira se faz melhor.

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Entre colegas

O editor deste blog, advogado diplomado em 18-12-1965, pela UFPA, leu artigo de colega (Rui Celso Reali Fragoso) e resolveu comentar o texto. O comentário do inscrito sob o número OAB-1.530 está em Di

 
 
 
Wagner do Bem

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