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Indo ao ponto

A pantomima criada e desempenhada por notórios inimigos da Democracia, para justificar o frustrado golpe de 8 de janeiro, afinal chegou ao ápice. Bastou a série de ditos e contráditos, narrativas fabulosas e reiteradas mentiras, depoimentos oficiais e conversas de gabinetes e alcovas, para o xerimbabo Marcos do Val revelar a verdadeira intenção da ridícula peça do

anedotário político. Se não bastaram um cabo, um soldado e um jipe para fechar o STF; se uma horda hospedada em acampamentos protegidos por golpistas instalados nos quartéis viu frustrado o intento criminoso do terrorismo de 8 de janeiro; se boa parte dos terroristas desfruta de digna hospedagem nos estabelecimentos penitenciários por eles merecidos - que ao menos fosse estancada a investigação. Para poupar os bravos escondidos em lugares remotos, eis que os bois de piranha já bastariam para satisfazer a legítima e obrigatória pubição dos bandidos inspirados no talebã. Deram-se mal, Varcos do Mal, Daniel Silveira, Anderson Torres e aqueles para o qual operam. A esta altura, reduz-se celeremente a probabilidade de êxito para qualquer nova tentativa golpista. O que não elimina a probabilidade de novas farsas e pantomimas, cada dia mais ridículas. E sobre as quais os mandantes sempre jurarão ignorância. As praias de Miami nãp são os pátios da Papuda e da Colmeia. Mais um tiro pela culatra, a confissão do senador-xerimbabo foi ao ponto e desnudou a tosca e asquerosa trama.

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