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Farenheit 451

Diversas e importantes entidades e instituições (dentre elas a AFEIGRAF- Associação Brasileira da Indústria Gráfica e a Câmara Brasileira do Livro) lançaram vibrante manifesto contra a decisão do governo de São Paulo, substituindo o uso de livros impressos por meios eletrônicos, nas escolas estaduais. Os signatários talvez estejam lembrados do filme de François Truffaut e temem o próximo passo: a incineração dos livros que ainda restarem. A menção explícita à desigualdade, a que não foge a população do Estado mais rico do Brasil, por si mesma diz da qualidade da elite influente. Seu compromisso é com manter a desigualdade, expressa em seu orgulho e arrogância, ao confessar-se conservadora. O fogo, vindo de um fósforo ou de uma bala, pode matar pessoas e livros.

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