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Em defesa do livro

Farenheit 751, filme que os jovens de minha geração viram mais de uma vez, marcou nosso tempo. Cena das mais repugnantes e odientas, foi a queima de livros. Ali, via-se a fogueira transformando em cinzas montanhas de papel. Amanhã, dia 21 de outubro, editores, amantes dos livros, escritores e seres humanos que merecem esta classificação poderão aprender como nem só o fogo consome livros e concorre para reconstruir barbárie de que se pensava livre a sociedade contemporânea. Neste mesmo espaço, amanhã os interessados verão o cartaz-convite para o encontro de especialistas sobre a Lei Cortez, ora em tramitação no Congresso.

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