top of page

Em defesa do livro

Farenheit 751, filme que os jovens de minha geração viram mais de uma vez, marcou nosso tempo. Cena das mais repugnantes e odientas, foi a queima de livros. Ali, via-se a fogueira transformando em cinzas montanhas de papel. Amanhã, dia 21 de outubro, editores, amantes dos livros, escritores e seres humanos que merecem esta classificação poderão aprender como nem só o fogo consome livros e concorre para reconstruir barbárie de que se pensava livre a sociedade contemporânea. Neste mesmo espaço, amanhã os interessados verão o cartaz-convite para o encontro de especialistas sobre a Lei Cortez, ora em tramitação no Congresso.

Posts recentes

Ver tudo
O antropólogo e o poeta

Ontem, nosso ESPAÇO ABERTO encerrou a postagem de informações sobre a vida acadêmica de ORLANDO SAMPAIO SILVA, um dos estudiosos das populações originárias do Brasil. Hoje, o talento poético desse jov

 
 
 
Sol e fracasso

Como todo valentão, o soba norte-americano recebeu a resposta discreta mas contundente do rei inglês. No script de sua vida, o sentido é contrário. Se aVelha Albion criou um império onde o sol não se

 
 
 
Escravocratas

Se a CNI representa, de fato, os industriais brasileiros, podemos dizer dele serem nada menos que escravocratas. A pressão da entidade sobre o Congresso, para rejeitar a escala 5 x 2, justifica a exis

 
 
 

Comentários

Avaliado com 0 de 5 estrelas.
Ainda sem avaliações

Adicione uma avaliação
bottom of page