O patronato e seus lugares-tenentes atribuem o endividamento das famílias ao governo. Nem se lembram de que há mais de 11 milhões de trabalhadores com suas contas de FGTS em atraso. O que faz do nosso
O chororô do filho do sentenciado continua. Antes, adversário do que sua grei chamava de saidinha (saída de presidiários em datas festivas), agora ele pretende visitar seu pai e orientador, nada menos
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