DNA político semelhante
- Professor Seráfico

- 11 de jan. de 2025
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Durante a pandemia, não faltou às autoridades públicas brasileiras, o Presidente da República à frente, oportunidade para revelar grau extremo de perversidade. Até gargalhar da situação de morte iminente dos infeccionados, a autoridade maior do País fez. De outra feita, alegou, porque se pensava imune, que não era coveiro. Para acompanhá-lo, muitos de seus liderados proclamaram a eficácia de drogas insuficientemente estudadas, quando não dificultaram o trabalho dos abnegados médicos (porque ainda os há)
para enfrentar a doença. Houve mais: no Amazonas, cuja capital em certo período da pandemia fez-se o centro do fenômeno, um de seus mais fiéis defensores adquiriu equipamentos de ventilação hospitalar em estabelecimento que vende vinhos. E seu Ministro da Fazenda de então mandou para outra unidade da Federação o oxigênio que faltava nos hospitais. É desse trágico momento, também, a busca de boa parte da população brasileira por ossos de animais, do que deu noticia com mais fartura, reses e frangos. Desses ossos, diferentes daqueles que o Ex-Presidente dizem interessantes apenas aos cachorros, mesmo sendo humanos, vinha o sustento de numerosas famílias brasileiras. Pois agora, o (des)governo de Xavier Milei, da Argentina segue o mesmo caminho. À dificílima situação econômica daquele país platino, o anarco-capitalista acrescenta outros males, reiterando nas políticas que vêm destruindo os seres humanos e o Planeta. Até o metal de que são feitas as placas dos veículos automotores.é substituído. Por papel, o que em si mesmo é simbólico. Diz do papelão que esse - mais um, lamentavelmente - servidor do capital desempenha, reiterando em políticas que tanto mal tem causado ao Mundo. Ano-pós-ano, a OXFAM tem revelado quanto se tem expandido e aprofundado a desigualdade. Nem por isso, os serviçais do mercado têm aprendido. Alguns, por egoísmo comprometedor da paz. Outros casos são explicados por perversidade intrínseca, que não cansam de cultivar. Há, também, os que, ignorantes, às vezes letrados, não conseguem enxergar um palmo adiante do nariz. O papel de Milei, portanto, parece reciclável.

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