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Dignidade

O Brasil teve roubado, ontem, um pedaço da dignidade que ainda resta. Morreu a advogada Eny Raimundo Moreira, que de 1964 a 1979 se dedicou a defender e proteger vítimas da ditadura. Quando muitos eram presos e torturados pelos esbirros oficiais, Eny engajou-se na resistência que os líderes religiosos Evaristo Arns, Henry Sobel e James Wright empreenderam. Do escritório de Heráclito Sobral Pinto, Eny exerceu sua méritoria caminhada. O livro OS ADVOGADOS E A DITADURA DE 1964 (Vozes, 2010) inclui texto elaborado por essa digna brasileira. E outros, de diversos autores

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