Terminou o período eleitoral e meus poucos e fiéis leitores estão esperando um texto político. Como meu candidato ganhou a eleição, vou relaxar escrevendo uma crônica sobre minha infância. Fui um garo
No palco da Pátria, o clã se enfileira, vende medo com voz de bandeira. Fala de Deus, de família, de nação, enquanto aperta a mão da opressão. Mas o povo não é tropa, nem rebanho, nem se cala diante d
Lúcio Carril* Quanto orgulho de completar 61 anos. A velhice me honrou muito este ano. A história não acaba enquanto houver vida. Os velhos se fizeram futuro no segundo turno da eleição presidencial.
Daria um belo fundo para um apocalipse