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Cofres e quejandos

Na década dos 1950, tive aberta minha primeira conta bancária. Em programa educativo da Rádio Marajoara, ganhei um cofrinho de metal, que o Banco da Lavoura de Minas Gerais dava a quem respondesse corretamente às perguntas feitas por um professor, no auditório. Com o cofrinhos, conta aberta pelo próprio banco e o depósito inicial, com o 5 unidades monetárias da época. Cruzeiros, se bem me lembro. Lembrei-me disso, hoje, ao ver dinheiro público desviado "escondido" em um repositório, no mínimo, surpreendente: um sapato. Uma novidade, mas não a única, desde que cuecas, malas e caixas de vinho já foram recheadas com cédulas emitidas pela Casa da Moeda. Aqui e alhures.

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