top of page

Cofres e quejandos

Na década dos 1950, tive aberta minha primeira conta bancária. Em programa educativo da Rádio Marajoara, ganhei um cofrinho de metal, que o Banco da Lavoura de Minas Gerais dava a quem respondesse corretamente às perguntas feitas por um professor, no auditório. Com o cofrinhos, conta aberta pelo próprio banco e o depósito inicial, com o 5 unidades monetárias da época. Cruzeiros, se bem me lembro. Lembrei-me disso, hoje, ao ver dinheiro público desviado "escondido" em um repositório, no mínimo, surpreendente: um sapato. Uma novidade, mas não a única, desde que cuecas, malas e caixas de vinho já foram recheadas com cédulas emitidas pela Casa da Moeda. Aqui e alhures.

Posts recentes

Ver tudo
De mão beijada

OmarAziz, candidato ao governo do Estado do Amazonas, talvez não imaginasse presente melhor. Ele será o relator da CPI da jornada de trabalho 6 x 1. Credenciou-o a atuação na CPI da covid-19. Ele fez

 
 
 
Perda sentida

Faleceu este mês o economista e professor amazonense Francisco Ferreira Batista. Ex-diretor da Faculdade de Estudos Sociais da UFAM, Batista assessorou a Associação Comercial do Amazonas e dirigiu um

 
 
 
Em defesa das mulheres

O link abaixo levará à sessão de apresentação do filme Mexeu com uma, mexeu com todas. A projeção acontecerá no auditório Osvaldo Coelho, da ADUA-ANDES, dia 25 próximo. https://ci3.googleusercontent.c

 
 
 

Comentários

Avaliado com 0 de 5 estrelas.
Ainda sem avaliações

Adicione uma avaliação
bottom of page