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Brasil e Amazônia - ou vice-versa

Repercutirá por muito tempo a participação de Lula na 78a. Assembleia Geral das Nações Unidas. Menos porque ele sucede a um ignorante tartamudo incapaz de dizer algo que se aproveite a mais que a pilhéria dos ouvintes. À vergonhosa exposição da incultura e da barbárie do seu expositor, sucedeu um discurso incisivo e promissor. Palavras de quem tem um projeto para o Brasil e, admitamos, para o Mundo. Do ponto de vista internacional, o triPresidente brasileiro sugeriu com palavras fortes a possibilidade da construção de um mundo melhor. Para tanto, sequer evitou dizer quanto tal resultado depende da vontade dos politicos. Um discurso expressamente dirigido aos governantes ali presentes ou representados. Além dos outros, ausentes talvez pelo instinto de preservação. A reunião com Zelensky, da Ucrânia, ainda não foi divulgada em minúcias, e o clima traduzido no cumprimento frio dos dois governantes sugere a dificuldade de redigir notas sinceras para serem divulgadas. De qualquer maneira, os aplausos insistentes dizem o que querem dizer: o Brasil assume o lugar que um ex-capitão excluído e depois tornado inelegível não tem a mínima condição de entender. Menos, ainda, de ocupar. Do ponto de vista nacional, o orador da abertura da 78a. Assembleia da ONU destacou a importância do Brasil no concerto das nações e, em relação à Amazônia, mostrou a importância da região para o clima do Planeta. Não foi só isso o que Lula disse sobre seu pais, mas o que basta para mostra-lo antenado e comprometido com as causas e as necessidades do seu povo. Se o centrão ajudar, pode-se esperar muito.

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