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Arrependimento não mata

1 de ago.
1 min de leitura

A jornalista Joyce Hasselmann, uma das mais conhecidas madalenas politicas, dedica-se atualmente a destruir a imagem de seu antigo mito. O mesmo que a transformou em parlamentar. Arrependida, Joyce agora deita falação sobre particularidades do seu ex-líder, levando no arrastão outras figuras que posam de isentões. Um deles, o colega William Wack, que um dia aparentava-se progressista. Ele mesmo, hoje articulista do Estadão, integraria o ministério do sentenciado que o gesto humanitário do STF deixou no conforto (?) do próprio lar(?). Diz Joyce que ela o teria indicado para o Ministério das Relações Exteriores.

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