Armas, com certeza!






Casamata? Trincheira? Paiol de pólvora?

Ou casa de armas?

Não sei...

Garantem-me a segurança

a ignorância ameaçadora

rondando-me o quintal

escondem-me do inimigo

de ódio vestido

arma na mão

a mira feita

o tiro pronto

para ganhar mundo

vidas

tudo de que o

Imundo dizem gostar

explodirá um dia

quando o coração

almado até

os dentes

porque não morde

não poderá mais

suportar


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