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Ah, as palavras!

As palavras nem sempre põem as coisas de que tratam às claras. Sobretudo, porque elas dizem muito mais do que o orador gostaria de dizer. Assim, permitem conhecer-se um pouco mais do que frequenta o interior dos falantes. Deu-se para dizer, agora, que os governos precisam entregar isso, entregar aquilo. O significado vai-se distanciando do cumprimento de promessas - de campanha, de ideário conhecido, dos compromissos oralmente reiterados. Os casos mais frequentes, nestes dias de inteligência artificial e burrice natural, constituem apenas atos falhos. Os mesmos que cobram a entrega também defendem a entrega de nosso território e nossa soberania à voracidade dos que nos cobiçam. O velho professor Arthur César Ferreira Reis diria mais - e melhor!

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