A perdição do cavaleiro


A imagem, em latão, foi adquirida em loja no Shopping Ibirapuera, em 2016. Reservado em rápida visita ao estabelecimento, foi apanhado após nosso (Graça e eu) regresso de Campos do Jordão, aonde fôramos, assistir ao Festival de Inverno. Destaca um dos aspectos explorados por Miguel de Cervantes, para construir sua mais celebrada criatura: o gosto pela leitura, sendo que romances de cavalaria tinham sua preferência. Daí teria resultado o interesse do cavaleiro pelo bom combate e seu culto ao amor. As peripécias inventadas pelo autor espanhol correspondem à vida atribulada que Alfonso Quijana assumiu, transformado em cavaleiro andante. Uma espécie de cavaleiro ad hoc, como sabem os que leram a imortal obra, uma das mais importantes da literatura mundial.

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