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A falta que o livro faz

São poucos os que apelam à própria memória, quando desejam encontrar explicação para interpretações vazias de sentido. Se há um assunto em que a memória pode ajudar, ele estará, entre outros, na suposta eliminação da dicotomia esquerda-direita no ambiente político. Aqui e em todos os lugares. Ainda bem que muitos dos que dizem totalmente desfeito esse binômio são os que mais se incluem em algum dos dois polos. Ignorantes em quase tudo o que exige raciocínio, reflexão e - um pouquinho que seja - conhecimento, não conseguem identificar a Revolução Francesa como origem dessa polarização. Não faltam livros a tratar daqueles dias de 1789. Faltam, porém, leitores.

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Indo pro brejo

Vai chegando o dia em que o zero-hum-à-esquerda despertará com o toc-toc da PF em sua porta. Como na música de Chico, tantas ele fez que os abusos às regras legais aproximam-no da barra dos tribunais.

 
 
 
Retrato

Em 1792, chamou-se Joaquim Silvério dos Reis. Nos anos 1960, José Anselmo era o nome dele. Nosso tripulante, sociólogo Lúcio Carril aumenta a lista. Desta vez, traça o retrato (em 3 X 4, pelo tamanho

 
 
 

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