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Voltando ao pó

O mau agouro que leva alguns políticos e jornalistas a cobrar o julgamento das autoridades brasileiras a respeito das ações violentas do Hamas tem muito de ignorância. Se não for isso, de desonestidade. Por isso, fica fácil desmoraliza-los. Presidente durante este mês do Conselho de Segurança da ONU, seria no mínimo imprudente qualquer cidadão atribuir juízo de valor à questão que cabe àquele colegiado apreciar. Faleceria o mínimo de autoridade, ao órgão e ao seu Presidente, caso de sua boca saísse a palavra terrorista. Seria a mesma coisa que denunciar o colonialismo de Israel nos territórios ocupados pelos palestinos, antes da tentativa de encontrar saída diplomática para a guerra. A cobrança parece resultar do interesse em que o conflito leve ao resultado que Netanyahu e seu ministro da Defesa proclamam - transformar Gaza e sua população em pó.

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