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Uma crônica

Julieta Hernández Martinez, palhaça venezuelana que morava havia oito anos em Manaus, foi morta em Presidente Figueiredo. Seu pecado: levar a alegria às pessoas, fazendo de sua bicicleta e das ruas os instrumentos que o nariz vermelho e a agilidade completavam. É sobre isso a crônica postada nesta data, na página Comissaria, assinada pelo editor deste blog. Leiam-na e comentem, por favor!

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