Retrato 17

Mais um negro foi morto no Brasil de forma covarde e criminosa. Desta vez, em Porto Alegre, nem a propósito, uma das capitais brasileiras onde não se comemora o Dia da Consciência Negra. Juntaram-se um segurança da loja dos supermercados Carrefour e um policial militar, para agredir o homem e pôr em prática a lição que vem da metrópole: joelhos fortes matam mais rápido e sem o custo de um projétil. Como George Floyd, a vítima foi asfixiada pelo agressor que o manteve sob o próprio corpo. Entrevistado, o vice-Presidente da República negou que se trate de manifestação racista. Nenhuma surpresa, depois de ele ter negado os incêndios florestais na Amazônia. Fato e interpretação suficientes para enriquecer o painel social e integrar o cenário em que vivemos.

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