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Reposição

Antes mesmo de assumir pela terceira vez a Presidência da República, Lula é chamado para participar de duas reuniões de âmbito global. Uma, do G20, outra, chamado pelo Presidente do Egito, país que sediará a Conferência do Clima, promovido pela Organização das Nações Unidas. Nada surpreendente, diante da velocidade com que a comunidade internacional por seus mais destacados líderes, manifestou regozijo pela eleição de Lula. Pode-se apostar no medo que os dirigentes responsáveis dos outros países tivessem, se acontecesse a reeleição do concorrente. Por mais grosseiros e reacionários que sejam alguns deles, não lhes agradaria a convivência, fugassíssima que fosse, com um Chefe de Estado que vai a uma cerimônia fúnebre e mantém largo sorriso a enfeitar-lhe a trágica face. As redes que disseminam mentiras são as mesmas que levaram aos mais longínquos lugares do Planeta aquela mesma face, sorrindo com a morte de 700.000 pessoas e zombando dos asfixiados pela covid-19. Por tudo isso, o Mundo faz questão de contar na mesa de negociações, com a presença e a liderança de Lula. Sabem todos da importância do Brasil, cujo papel de destaque se deteriorou nos últimos quatro anos. Todos confiam, também, em que só um estadista pode reconquistar o prestígio e a estima perdidos. Parte da boiada passou, com a proteção do (des)governo brasileiro. A outra parte não pode fazê-lo. Os brasileiros a repeliram. Com uma só e vigorosa arma - o voto.

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