Prudência e medo

Atribui-se a vários autores a frase que recomenda a retirada: nem tão apressada que pareça fuga, nem tão lenta que pareça medo. É nesse tom que vai recente entrevista do ex-senador Aluízio Mercadante, do Partido dos Trabalhadores. Para ele, o PT deve fazer a autocrítica. Sua opinião é a de que, embora maiores os acertos do governo petista, o partido errou muito. Por isso, a autocrítica se impõe. O que me parece prudência (ou será habilidade oportunista?) vem no destinatário da autocrítica, para Mercadante os membros do PT. Ora, não é só o voto deles que pesará na próxima eleição. Todo o povo brasileiro precisa ouvir a mensagem de arrependimento. Lula já se manifestou contra. Nem apresenta, a meu juízo, credenciais para disputar o pleito. Por isso, deve entrar na campanha como mero eleitor, soldado ao invés de general. Como deseja.

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