Os cem mil, Guaidó e Tikhanovska


Lukachenco, o ditador da Belarus deve sentir o mesmo que sentia seu colega brasileiro de 1968: cem mil manifestantes pressionam seu governo, acusando-o de ter fraudado recente eleição que o mantém no poder. Duram 15 dias as manifestações, reprimidas pelo Exército e das quais resultam 4 mortos. É o Exército bielorrusso matando os que lhe pagam os salários. Não se sabe se lá adotarão algum ato prostitucional, como chamava ao daqui o advogado Alarico Barata. Svetlana Tikhanovska, a opositora, aguarda no exílio. Algo diferente do impostor Guaidó, a quem Trump e outros aliados dão apoio. Morando na Venezuela, está livre e leve. Onde faltem presos e cadáveres, dificilmente as fake-news chegam tão longe.

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