Opositor de si mesmo

Não há um só dia em que o Presidente Bolsonaro deixe de concorrer para sua própria ruína. Desde sua confissão de que não estava preparado para presidir o Brasil, ele não cansa de contribuir para o arrependimento dos quase 40% dos eleitores brasileiros que sufragaram seu nome. Quando ele não ofende vítimas das ditaduras (não só da que vigeu no Brasil, de 1964 a 1985), aponta sua arma em direção a presidentes de outras nações ou a organizações internacionais. Como peixe voraz, envenena-se pela boca.

Mais ume vez, perdem as oposições. Quase inertes por iniciativa própria, elas não têm sequer a oportunidade de treinamento nesse mistér, um dos mais importantes da democracia: a crítica fundamentada e persistente.

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