O capítulo que falta

Primeiro foi o calote. Depois, resistência às recomendações do órgão, no enfrentamento da pandemia. Finalmente, o ato sem grandeza ou apoteose: o rompimento formal. Essa a sinopse das relações entre o governo norte-americano e a Organização Mundial da Saúde. A ameaça de não não ser paga o que os Estados Unidos da América do Norte deviam à OMS surtiu efeito zero. O órgão da ONU não se deixou chantagear e manteve as recomendações iniciais. Donald Trump, como seu mais entusiástico e rejeitado seguidor, continuou resistindo à Ciência. Vencido, mas não se dando por, o Presidente Donald Trump acabou por desligar seu país. Ninguém espere, por isso, que a nação mais poderosa e belicosa do Mundo vai baixar a crista. A não ser que os eleitores norte-americanos deem em novembro, a lição que parece tornar-se cada dia mais provável,. Se isso ocorrer, os derrotados não serão apenas os fanáticos de lá. Fora do território ocupado pelos descendentes dos passageiros do Mayflower há adoradores da bandeira norte-americana. De preferência às de seus próprios países.

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