Nem tanto ao mar, nem...

Governo e população podem festejar o resultado do leilão do excedente do petróleo do pré-sal, ainda que por motivos diferentes. Se os quase 70 bilhões de reais representam apenas 70% do esperado, nem por isso se pode chamar de fracasso a diferença. Ainda mais se comparado ao outro lado da balança. Praticamente, à Petrobrás caberá a exploração dos dois campos leiloados. Numa das áreas a estatal está só; na outra, deterá 90%, em sociedade com duas empresas da China. Fica adiada, portanto, a entrega para gigantes petroleiras internacionais, pela qual há torcida organizada. Em especial, em Brasília.

Governo e população podem festejar o resultado do leilão do excedente do petróleo do pré-sal, ainda que por motivos diferentes. Se os quase 70 bilhões de reais representam apenas 70% do esperado, nem por isso se pode chamar de fracasso a diferença. Ainda mais se comparado ao outro lado da balança. Praticamente, à Petrobrás caberá a exploração dos dois campos leiloados. Numa das áreas a estatal está só; na outra, deterá 90%, em sociedade com duas empresas da China. Fica adiada, portanto, a entrega para gigantes petroleiras internacionais, pela qual há torcida organizada. Em especial, em Brasília.

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