Nem sempre traição


Corrente no mundo literário, a equivalência entre tradutor e traidor é contestada por Jório Dauster. O diplomata brasileiro, também conhecido tradutor, teve entrevista editada na manhã do último sábado, na Tv-Senado. Elegante na aparência, nos gestos e na análise, Dauster deu verdadeira aula sobre o trabalho dos tradutores e exemplificou com a obra O apanhador no Campo de Centeio, de John Salinger, que ele verteu para o português. Além de sua capacidade literária, o aposentado do Itamaraty revelou quanto deteriorado está aquele Instituto. Lição dupla: em literatura e em política.

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