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Na bacia...não das almas

28 de fev. de 2025
1 min de leitura

A reação do principal denunciado pelas ações terroristas que incluiriam o assassinato do Presidente da República, do vice-Presidente e do então Presidente do Superior Tribunal Eleitoral, nada tem de surpreendente. Quer pela obscenidade vocabular, quer pelo tom nela reiterado. Do vocabulário usado pelo autor, ninguém o imaginava distante de abandoná-lo. Se, no exercício do mais alto posto da República presidencial, era chula, desprezível e agressiva, não seria de esperar diferente, agora que a porta do sistema penitenciário revela-se realidade iminente. Nas anteriores oportunidades em que teve que dizer alguma coisa, a despeito do cargo ocupado, o ex-capitão hoje inelegível manifestou-se com os termos escabrosos, insultuosos e nojentos de sua preferência e à altura correspondente à sua índole. Portanto, não seria de esperar outra coisa. Embora, por inadvertência, usando termo que os mais próximos têm sugerido como consequência imediata de seus caprichos contrariados. O choro capaz tanto de estimular as glândulas lacrimais, quanto de provocar reações intestinais inesperadas. Algumas vezes, causando visitas e permanência em hospitais inacessíveis à grande maioria da população. Pior, desta vez o verbo contém, mais que a reiteração do desrespeito costumeiro, a ratificação da índole delinquente do que o usa. Não apenas porque confirma o traço do autoritarismo marcante em sua mesquinha personalidade. A esse traço se associam o manifesto desprezo pela sociedade que o tolera, além da incapacidade de enxergar, um palmo que seja, do que está por vir.


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