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Na alça de mira

Prossegue o script de Donald Trump, na tentativa de fazer-se dono do Mundo. Às dezenas de guerra provocadas por seus antecessores, ele soma as atuais, em que idosos, crianças e mulheres não são poupados. Não admira observador atento a produção de pretexto para contribuir com o holocausto a que é submetido o povo palestino, como foram assassinados os governantes do Iraque e da Líbia. Mais recentemente, o do Irã, depois da invasão à Venezuela, ao fim da qual não só a cabeça de Nicolás Maduro estava em condições de ser postada na galeria do caçador insaciável. A detenção de armas biológicas, a construção de arsenal atômico, a presença de organizações criminosas, tudo isso tem servido de pretexto para a ação violenta em território alheio. Um traço inevitável da história e da cultura norte-americanas. Jamil Chade, do ICL, descreve o processo que nos ameaça. A pretexto de combater o terrorismo, Trump coloca o Brasil na sua alça de mira. Também outros, nascidos no Brasil, participam da trágica empreitada.

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