Moro foi um agente da corrupção


Não errei quando escrevi, no auge da lava jato, que Moro era criminoso.

Hoje há prova disto.

A operação lava jato poderia ter sido um marco no combate à corrupção no Brasil, mas foi contaminada pelo interesse político. Pelo pior interesse. Moro projetou sua ascensão política, ao ponto de renunciar a um cargo vitalício para tentar se tornar presidente da república, projeto que persegue. Se tornou ministro da justiça de quem ajudou a eleger, numa decisão contrária à ética da sua função.

O STF foi cúmplice dessa farsa. Já tem ministro assumindo esse escândalo jurídico.

Moro e seus asseclas do ministério público de Curitiba foram mesquinhos, ferozes contra a justiça, cruéis contra o povo, que acreditava num país melhor.

Moro hoje é o candidato da Globo. Descaradamente, candidato da Globo. Homem pequeno. Político pequeno. Poderia ter sido uma referência no combate ao crime, mas resolveu ser criminoso ao entrar no jogo.

A lava jato poderia ter sido uma ação de Estado de combate à corrupção, mas foi contaminada pela vaidade do seu principal expoente. Ao desrespeitar as leis na condução da operação, ele corroborou o crime. Ninguém enfrenta o crime com crime.

Moro é o pior inimigo do Brasil, hoje. É um péssimo exemplo de cidadão, de político e de juiz. Homem sem estatura cidadã.

Resolvi escrever isto como desabafo de um cidadão que odeia a corrupção.

Lúcio Carril

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