Liberticida ou altericida?

Mesmo a liberdade, se não encontra limites, pode ser prejudicial. Há os que não entendam assim, embora a sociedade fosse inviável, se prevalecessem somente os interesses individuais. Não é o que pensa o jornalista Hélio Schwartsman. O artigo por ele publicado hoje, na Folha de São Paulo, poderia ter uma só frase - quem quiser, que se suicide, indo para a rua. Para ele, portanto, importa pouco ou nada que alguns não desejem morrer. Os vitimados pela aglomeração de pessoas às portas dos bancos, por exemplo.

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