Farenheit 451

Rondônia entra na rota da política do absurdo. Ou do aparente absurdo, dados os riscos de que dele decorre. Refiro-me à pretensão das autoridades educacionais daquele Estado, uma espécie de Farenheit à moda cabocla. É ao que equivale a tentativa de proibir a leitura de livros, esse monte de letras desnecessárias e prejudiciais ao amor à pátria, como diz(em) certa(s) autoridade(s). Talvez porque Nélson Rodrigues fosse um bandido esquerdista, como são todos os que não acreditam na Terra quadrada. Não devemnos esquecer, todavia, que todas as agressões à democracia sempre começaram por "equívocos", "rascunhos", em todos os casos, mentiras transformadas em verdade.

2 visualizações

Posts recentes

Ver tudo

Volver!...

Não nos admiremos se hoje for desmentida a decisão do Presidente da República, quanto ao interesse pela vacina chinesa. Se o desmentido não tiver sido divulgado na noite de ontem. Fazer diferente diss

Novo livro

Nosso tripulante Orlando Sampaio Silva tem novo livro em circulação. O título Episteme e emoção é a mais nova contribuição do professor, antropólogo, advogado e poeta. No Espaço Aberto o visitanntet-l

Quem tem medo...

O episódio envolvendo o vice-líder do governo no Senado inverteu a frase tão conhecida. Antes dizia-se que quem tem...tem medo. Agora, pode-se dizer que quem tem medo suja a cueca...e o que ela carreg

Arquitetado e Produzido por WebDesk. Para mais informações acesse: wbdsk.com

Todos os Direitos Reservados | Propriedade Intelectual de José Seráfico.