Farenheit 451

Rondônia entra na rota da política do absurdo. Ou do aparente absurdo, dados os riscos de que dele decorre. Refiro-me à pretensão das autoridades educacionais daquele Estado, uma espécie de Farenheit à moda cabocla. É ao que equivale a tentativa de proibir a leitura de livros, esse monte de letras desnecessárias e prejudiciais ao amor à pátria, como diz(em) certa(s) autoridade(s). Talvez porque Nélson Rodrigues fosse um bandido esquerdista, como são todos os que não acreditam na Terra quadrada. Não devemnos esquecer, todavia, que todas as agressões à democracia sempre começaram por "equívocos", "rascunhos", em todos os casos, mentiras transformadas em verdade.

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