Esperando com esperança*

Em casa esperando com esperança. Um exílio incomum, um contraste. Que vá embora o mal e dessarte. Voltem as festas e a confiança. O mal de preto com foice na mão, anda perto. Encosta, sente e mede as fraquezas. Não importa o saber e riquezas. Na aleatória escolha leva o que acha certo. Não temos uma arma, um medicamento. O mal pegou-nos de surpresa. Agora na espera de um momento. Aos heróis da saúde a firmeza. A esperança do conhecimento. Um remédio e a volta da gentileza.

_________________________________________________________________________________ * Ruy da Fonseca, engenheiro, professor universitário, poeta.

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